Em defesa da vida

Em defesa da vida

Que é que leva o homem à guerra?


“Predominância da natureza animal sobre a natureza espiritual e transbordamento das paixões. No estado de barbaria, os povos um só direito conhecem - o do mais forte. Por isso é que, para tais povos, o de guerra é um estado normal. À medida que o homem progride, menos freqüente se torna a guerra, porque ele lhe evita as causas, fazendo-a com humanidade, quando a sente necessária.” (questão 742 de "O Livro dos Espíritos")

 

 

Indaga você como apreciam os desencarnados a instituição da pena de morte, e acrescenta:


– “Não será justo subtrair o corpo ao espírito que se fez criminoso? será lícito permitir a comunhão de um tarado com as pessoas normais?”


E daqui poderíamos argumentar: – quem de nós terá usado o corpo como devia? quem terá atingido a estatura espiritual da verdadeira humanidade para considerar-se em plenitude de equilíbrio?


A execução de uma sentença de morte, na maioria dos casos, é a libertação prematura da alma que se arrojou ao despenhadeiro da sombra. E sabemos que só a pena de viver na carne é suscetível de realizar a recuperação daqueles que se fizeram réus confessos diante dos tribunais humanos.

 

Eliminar a carne não é modificar o espírito.

 

(...) e as vitimas da forca ou do fuzilamento, do machado ou da cadeira elétrica, se não constituem padrões de heroísmo e renunciação, de imediato, além-túmulo, vampirizam o organismo social que lhes impôs o afastamento do veículo físico, transformando-se em quistos vivos da fermentação da discórdia e da indisciplina.

 

Jesus, o divino libertador, veio quebrar algemas que nos jungiam aos princípios do castigo igual à culpa.

 

Organizar a penitenciária renovadora, onde o serviço e o livro encontrem aplicação adequada, é a solução para o escuro problema da criminalidade, entre os homens, mesmo porque o melhor esforço da sociedade, contra o delinqüente, é deixá-lo viver, na reparação das próprias faltas.

 

Ninguém, pois, precisará inquietar-se, provocando essa ou aquela reivindicação pela violência.
A lei da harmonia universal funciona em todos os planos da vida, encarregando-se de tudo restaurar no momento oportuno.


Quanto ao ato de condenar, quem de nós se revelará em condições de exercer semelhante direito?


Quantos de nós não somos malfeitores indiscutíveis, simplesmente por não encontrar a presa, no instante preciso da tentação? quantos delitos teremos perpetrado em pensamento?


Só a educação, alicerçada no amor, redimir-nos-á a multimilenária noite da ignorância. (Irmão X, Cartas e Crônicas, cap. 21)

 

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