Supremo Tribunal Federal decide sobre aborto de anencéfalo

02/04/2012 21:31

Atualizado em 06-05 20:47

O Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu em 12 de abril o julgamento da ADPF 54, julgando procedente a ação para garantir que gestantes de anencéfalos tenham o direito de interromper a gravidez.

Em nota oficial, a Federação Espírita Brasileira informa que, independentemente da decisão do STF, prossegue o trabalho educativo no sentido de se valorizar a vida em todas suas etapas, e de esclarecimento a respeito das leis que emanam do Criador e regem a nossa vida, procurando contribuir com o aperfeiçoamento moral e espiritual da população.

 

Visita aos ministros

Nos dias 9 e 10 de abril, uma comissão integrada pela FEB (vice-presidente Antonio Cesar Perri de Carvalho), AJE-Brasil (Luciano Alencar da Cunha) e AME-Brasil (Antonia Marilena da Silva), visitaram os gabinetes de todos os ministros do Supremo Tribunal Federal e tiveram audiências com alguns deles ou seus assessores diretores, com o objetivo de levar Memorial em defesa da vida e com argumentos contrários à a liberação do aborto de anencéfalos, assinado pelos representantes das três Instituições, artigo do ex-ministro Eros Grau (publicado em Reformador, setembro de 2011) e livros sobre o aborto editados pela FEB e pela Folha Espírita.

 

Comissão FEB, AJE, AME visitam ministros STF

 

Na noite do dia 10, estiveram presentes no ato público - vigília, na Praça dos Três Poderes, defronte ao edifício do STF, oportunidade em usaram da palavra. No dia 11, acompanham a sessão plenária no STF, onde ocorre o julgamento da ADPF 54, que propõe a liberação do aborto de anencéfalos.

 

Vigília frente STF - Elba Ramalho, AJE, AME

 

Diversas entidades - dentre elas a Federação Espírita Brasileira - realizaram campanhas e movimentos, inclusive junto aos poderes Legislativo e Judiciário, se posicionando contra qualquer tipo de ação que venha favorecer o aborto.

Para o momento atual, sugere-se:

- a realização de preces/ vibrações

- a ampla divulgado/circulação do artigo do ex-ministro Eros Grau “Pequena nota sobre o direito a viver”, publicado na revista da FEB (Reformador, setembro de 2011).

 

Fonte e fotos: Febnet

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